País: Tunísia
Série: Emissão 2008-2013
Código de catálogo: World Paper Money P-92
Temas: Generais | Estadistas | Caravelas | Bandeiras
Distribuição: Circulação Padrão
Tamanho: 137 x 70 mm
Composição: Papel
Impressão: Thomas De La Rue Company Limited (Inglaterra) - TDLR
Valor de Face: 5.ت - Dinar tunisino
Figura:
Aníbal (??; Cartago, 247 a.C. – Libissa, c. 183–181 a.C.) foi um general e estadista cartaginês. É considerado um dos maiores estrategistas militares da história. A vida de Aníbal decorreu no conflituoso período em que Roma estabelecia a sua supremacia na bacia mediterrânica.
Foi o general mais ativo da Segunda Guerra Púnica, em que executou um dos mais audazes feitos militares da Antiguidade: Aníbal e seu exército, no qual se incluíam trinta e oito elefantes de guerra, partiram da Hispânia e atravessaram os Pireneus e os Alpes com o objetivo de conquistar o norte da Itália. Ali derrotou os romanos em grandes batalhas campais. Finda a guerra contra Roma, entrou na vida pública cartaginesa.
Enfrentou a oligarquia dirigente pelo que teve que se exilar no ano de 190 a.C. onde passou ao serviço de Antíoco III, cujas ordens o levaram de novo ao confronto com a República Romana na Batalha do Eurimedonte, em que foi derrotado. Os romanos exigiram que entregassem o cartaginês, ao que o rei concordou. Contudo, antes de ser capturado, Aníbal preferiu o suicídio.
Seu legado militar lhe conferiu uma sólida reputação no mundo moderno e foi considerado como um grande estrategista militar. Sua vida foi objeto de muitos livros, filmes e documentários.
País:
A Tunísia é um país situado no Norte da África, limitado pelo Mar Mediterrâneo e pelo Deserto do Saara. Na capital, Túnis, o Museu Nacional do Bardo tem exposições arqueológicas que incluem desde mosaicos romanos até arte islâmica. A medina da cidade compreende a enorme Mesquita Al-Zaytuna e um mercado movimentado. Ao leste, o local da antiga Cartago apresenta as Termas de Antonino e outras ruínas, além de artefatos no Museu Nacional de Cartago.
Quase 40% da superfície do território é ocupada pelo deserto do Saara. O restante é constituído de terras férteis, que foram berço da civilização cartaginesa, a qual atingiu o seu apogeu no século III a.C., antes de sucumbir ao Império Romano. Muito tempo foi chamada Regência de Tunes, um estado satélite do Império Otomano. A Tunísia passou a ser um protetorado francês em 1881 e adquiriu a independência em 20 de Março de 1956.
O país toma a denominação oficial de Reino da Tunísia com o final do mandato de Lamine Bei, tendo sido proclamada uma república em 25 de Julho de 1957. Integrada nas principais comunidades internacionais, a Tunísia faz igualmente parte da Liga Árabe, da União Africana e da Comunidade dos Estados do Sahel-Sahara, entre outras.
A Tunísia conquistou a independência da França em 1956, liderada por Habib Bourguiba, que mais tarde tornou-se o primeiro presidente da Tunísia. A secular Assembleia Constitucional Democrática (RCD) controlou o país através de um dos regimes mais repressivos do mundo árabe, de sua independência em 1956 até a revolução da Tunísia em 2011.
Em 2017, a Tunísia tornou-se o primeiro país árabe a proibir a violência doméstica contra as mulheres, o que anteriormente não era um crime. Além disso, a lei que permitia que os violadores escapassem da punição casando-se com a vítima foi abolida.
Capital: Tunes
Presidente: Kaïs Saïed (2022)
Continente: África
Moeda: Dinar tunisiano
População: 11,82 milhões (2020) Banco Mundial
Idioma oficial: Árabe
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