• Mozambique Moçambique P-111a.3 Fe 50 Escudos 1970 João de Azevedo Coutinho

País: Moçambique

Série: Emissão 1970-1972

Código de Catálogo: World Paper Money P-111a.3

Cunhada em: 27/10/1970

Distribuição: Circulação Padrão

Composição: Papel

Valor de Face: 50 $ - Moçambique - Escudo

Assinaturas: Francisco José Vieira Machado & Camilo Afonso Máximo Cimourdain Ferreira de Oliveira

Figura:

João António de Azevedo Coutinho Fragoso de Sequeira (Alter do Chão, Alter do Chão, 3 de Fevereiro de 1865 — Lisboa, 7 de Dezembro de 1944), mais conhecido apenas por João de Azevedo Coutinho ou João Coutinho, foi um político, administrador colonial e militar da Armada Portuguesa, na qual atingiu o posto de contra-almirante honorário, que aos 25 anos foi um dos heróis africanos que foram proclamados Benemérito da Pátria pela Câmara dos Deputados das Cortes, pelo seu papel nas Campanhas de Conquista e Pacificação das colónias portuguesas de África. Foi deputado, governador-geral da colónia de Moçambique (1905-1906), Ministro da Marinha e Ultramar (1909-1910) e senador monárquico no Congresso da República (1925-1926). Monárquico convicto, foi lugar-tenente do rei D. Manuel II de Portugal quando este se encontrava no exílio após a implantação da República Portuguesa.

Foi, por duas vezes, Ministro da Marinha e Ultramar (1909-1910) dos últimos governos da Monarquia Constitucional Portuguesa. A implantação da República Portuguesa levou a que fosse reformado compulsivamente em 1910, no posto de capitão-de-fragata, já que se manteve fiel aos ideais monárquicos.

Foi impressa uma nota de 50$00 de Moçambique com a sua imagem.

País:

Moçambique é uma nação do sul da África cujo longo litoral no Oceano Índico é permeado de praias conhecidas, como Tofo, e de parques marinhos perto da costa. No arquipélago Quirimbas, uma faixa de 250 quilômetros de ilhas de corais, a ilha do Ibo, coberta por manguezais, tem ruínas da era colonial que sobreviveram desde o período do domínio português. O arquipélago de Bazaruto, mais ao sul, tem recifes que protegem espécies marinhas raras, como os dugongos. 

A história de Moçambique é bastante antiga. O território moçambicano era tradicionalmente habitado por povos africanos diversos, como os bantus, que viviam de atividades como a pesca e a caça. A ocupação estrangeira do país foi iniciada por meio da chegada do navegador português Vasco da Gama (1469-1524), que realizou diferentes incursões pelo litoral moçambicano, até a anexação desse território a Portugal. O domínio português em Moçambique durou cerca de quatro séculos, sendo marcado pela massiva exploração de recursos naturais e mão de obra, além do aumento da desigualdade social local, que marca a sociedade do país até os dias atuais.

A independência de Moçambique em relação a Portugal ocorreu somente em 1975. Após a autonomia local, o governo moçambicano aproximou-se dos ideais socialistas da época, fator que, entre outros, desencadeou uma longa e intensa guerra civil, que deixou milhares de mortos e desaparecidos. A partir do fim do conflito civil, Moçambique vivenciou certa estabilidade política e econômica, especialmente nos últimos 30 anos. Mesmo assim, o país ainda é considerado um dos mais pobres do mundo, e também enfrenta problemas políticos, como o aumento do extremismo islâmico na província de Cabo Delgado.

A população moçambicana é bastante jovem, fruto da elevada taxa de natalidade em conjunto com uma baixa expectativa de vida. A maior parte dos habitantes locais desfruta de um baixo padrão de vida, sendo que grande parte dos moçambicanos ainda vive na zona rural, em regiões mais remotas do país. O índice de emigração, especialmente para nações mais desenvolvidas, é bem alto em Moçambique.

Capital: Maputo

Moeda: Metical

Presidente: Filipe Nyusi (2022)

População: 31,26 milhões (2020) Banco Mundial

Continente: África

Idioma oficial: Português

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