País: Venezuela
Série: Emissão 2018-2020 Reforma Monetária
Código de Catálogo: World Paper Money P-107a
Temas: Animais (Fauna) | Brasões | Chefes de Estado (Militares) | Medalhas e Condecorações | Paisagens | Pessoas Famosas | Pássaros
Cunhada em: 15/01/2018
Distribuição: Circulação Padrão
Tamanho: 156 x 69 mm
Composição: Papel
Impressão: Casa de la Moneda Venezuela (Venezuela) - CdlMV
Valor de Face: 200 Bs. - Venezuela - Bolívar
Assinaturas: Ramón Augusto Lobo Moreno & Sohail Hernández Parra
Prefixo: A
Faixa de segurança de três janelas: Azul claro
Em circulação desde 20/08/2018
Figura:
Sebastián Francisco de Miranda Rodríguez y Espinoza (Caracas, Venezuela, 28 de março de 1750 — San Fernando, Cádis, Espanha, 14 de julho de 1816) foi um militar venezuelano, precursor da independência da América espanhola. Executou um malogrado plano de independência das colônias espanholas na América Latina, mas que se reconhece como precursor dos ideais de Simón Bolívar e Bernardo O'Higgins, assim como de outros combatentes americanos que conseguiram a independência em grande parte da região.
Com a ajuda britânica, Miranda realizou uma invasão na Venezuela em 1806. Em 19 de abril de 1810 a Venezuela iniciou seu processo de independência, pelo qual Simón Bolívar persuadiu Miranda a voltar a sua terra natal, onde lhe fizeram general do exército revolucionário. Quando o país declarou formalmente a independência, em 5 de julho de 1811, ele assumiu a presidência, recebendo em 1812 poderes ditatoriais do congresso do novo país.
As forças espanholas contra-atacaram e Miranda, temendo uma derrota brutal e desesperada, assinou um armistício com os espanhóis em julho de 1812 (Tratado de La Victoria). Bolívar e outros revolucionários acreditaram que sua rendição correspondia a uma traição às causas democráticas, e lhe frustraram a intenção de escapar. Entregaram Miranda ao exército real espanhol que o levou à prisão em Cádis, Espanha, onde morreu em 1816.
País:
A Venezuela é um país situado na costa norte da América do Sul com diversas atrações naturais. Ao longo da costa do Caribe, há ilhas turísticas tropicais como a Isla de Margarita e o arquipélago Los Roques. Ao noroeste, ficam a cordilheira dos Andes e a cidade colonial de Mérida, que serve como base para visitas ao Parque Nacional Sierra Nevada. Caracas, a capital, fica ao norte.
O país é amplamente conhecido por suas vastas reservas de petróleo, pela diversidade ambiental do seu território e por seus diversos recursos naturais. É considerado um país megadiverso, com uma fauna diversificada e uma grande variedade de habitats protegidos.
O território venezuelano foi colonizado pelo Império Espanhol em 1522, apesar da resistência dos povos nativos. Em 1811, tornou-se uma das primeiras colônias hispano-americana a declarar a independência, mas que apenas foi consolidada em 1830, quando a Venezuela deixou de ser um departamento da Grã-Colômbia. Durante o século XIX, o país sofreu com instabilidade política e autocracia, dominado por caudilhos regionais até meados do século XX.
Desde 1958, houve uma série de governos democráticos. Após a morte de Chávez em 2013, Nicolás Maduro assume o poder após ganhar as eleições presidenciais no mesmo ano. Em maio de 2018, Maduro foi reeleito em uma eleição controversa, não reconhecida pela oposição e por grande parte da comunidade internacional.[9][10] Atualmente, o país enfrenta uma crise socioeconômica e política grave, com hiperinflação, escassez de produtos básicos, alta criminalidade e censura da imprensa.
Capital: Caracas
Presidente: Nicolás Maduro Moros/ Presidente Interino: Juán Guaidó
Moeda: Bolívar venezuelano
População: 28,44 milhões (2020) Banco Mundial
Produto Interno Bruto: 482,4 bilhões USD (2014) Banco Mundial
Idioma oficial: Língua castelhana
Governo: República, Federação, Estado socialista, Presidencialismo, República federal, República constitucional
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