• Brasil C-017 S/Fe 5 Cruzeiros 1943 Barão do Rio Branco

País: Brasil

Série: Emissão 1943-1944 Sem Estampa (1A)

Código de Catálogo: World Paper Money P-134a

Ww Brazil Money C-017

Cunhada em: 1943

Distribuição: Circulação Padrão

Tamanho: 157 x 67 mm

Composição: Papel

Impressão: American Bank Note Company (EUA) - ABNC

Valor facial: 5 Brasil - Cruzeiro

Com Texto "Estampa" série acima

Texto "No Tesouro Nacional" acima do retrato e texto "Valor Recebido" abaixo da denominação (na parte inferior na frente)

Assinatura manuscrita na frente da nota

Série: #1-500

Frente: Barão do Rio Branco

Atrás: Mulher alegórica ("Indústria" e "Comércio") e criança

Não datado (1943)

Figura:

José Maria da Silva Paranhos Júnior, Barão do Rio Branco (Rio de Janeiro, 20 de abril de 1845 — Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 1912), foi um advogado, diplomata, geógrafo, professor, jornalista e historiador brasileiro.

Filho de José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco, Rio Branco é o patrono da diplomacia brasileira e uma das figuras mais importantes da história do Brasil. Foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 1911.

Iniciou-se na carreira política como promotor público na comarca de Nova Friburgo (1868), mas não se adaptou a vida longe do Rio de Janeiro. Em 1868, com a volta do Partido Conservador ao poder, seu pai assumiu o cargo de Ministro de Negócios Estrangeiros, durante o gabinete Itaboraí. Facilitado por suas conexões dentro do partido, elegeu-se deputado geral representando a província de Mato Grosso, ainda que nunca tivesse estado na província.

Recebeu o título de barão do Rio Branco às vésperas do fim do período imperial, mas continuou a utilizar o título "Rio Branco" em sua assinatura mesmo após a proclamação da república, em 1889. Isso se deu por ser um monarquista convicto e para homenagear seu falecido pai, o senador e diplomata José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco.

Foi presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1907 - 1912) e escreveu dois livros.

“Morreu ontem o Barão do Rio Branco. Há dias a sua vida era a agonia prolongada pelos recursos da ciência. A cidade, os estados, o país inteiro, as nações vizinhas, a América, o mundo indagavam ansiosa da saúde do grande homem. E o grande homem caíra para não se levantar. Fora com um imenso soble, que resistindo anos e anos ao vendaval e a intempérie, dominando a vida, de repente estala e cai.

Dizer do Barão do Rio Branco uma rápida impressão de dor, de luto, de lágrimas, quando o país inteiro soluça é bem difícil. E sua obra foi enorme e grandiosa. Ele teve duas vidas: a do jornalista de talento que se fez cônsul e a do cônsul que se transformou no maior dos brasileiros pelo seu desinteressado amor à Pátria, e no maior dos diplomatas contemporâneos pelo seu alto espírito, pela alta compreensão da função que exercia. Ele foi o dilatador do Brasil, alargando-o e aumentando-o em terras, graças ao seu engenho, sem um leve ataque à justiça e ao seu direito.

 — (Gazeta de Notícias, 11 de fevereiro de 1912)

Por ajudar na consolidação do território nacional sempre buscando soluções pacíficas para os conflitos com os vizinhos do Brasil o Barão do Rio Branco é considerado o patrono da diplomacia brasileira.

Wikipédia

Brasil C-017 S/Fe 5 Cruzeiros 1943 Barão do Rio Branco

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